quarta-feira, 12 de maio de 2010

Teu escravo, teu demonio, teu estranho.

Ah vida vida viiida;

eu acho q talvez, muito possivelmente, entendi, mas mesmo assim lembrei-me (maldito fim do mundo.)

(...)
E dane-se seu exército de palavras miseráveis.
Porque bem sei, tuas garras são de seda.
E saibas tu, tua sombra não me assusta.
Porque a lua... a lua é minha.

O quarto e o cheiro, sakas manolo?!




Ele sabe oq é, só deixei aqi, pq...enfim :)

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